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Histórias que a História Conta Memória

Iluminação a gás

7 de setembro de 1874. Taubaté está em festa. Finalmente é inaugurada a iluminação pública na cidade.
Bem diferente de hoje, a luz era gerada em lampiões instalados em elegantes postes de ferro fundido. O gás era distribuído aos postes por uma rede subterrânea de tubulação que tinha origem no gasômetro instalado onde hoje fica a sede da Bandeirante Energia. É bom frisar que o privilégio contemplava umas poucas ruas do centro e iluminação pública era coisa rara. Apenas 4 cidades paulistas a tinham. O benefício era caro.
Crônistas da época informam que a regalia consumia metade do orçamento de Taubaté, era fraca e falhava sempre. Mas era um luxo. O serviço de iluminação á gás foi abandonado ao redor de 1913 quando foi inaugurada a iluminação elétrica no município.

Histórias que a História Conta

As touradas em Taubaté

As touradas surgiram na Espanha, expandiram-se para Portugal e chegaram quem diria a Taubaté. Em meados de 1890, os espetáculos eram divulgados em um grande desfile pelas ruas centrais da cidade. Panfletos anunciavam a presença de Antônio Corajoso, o mestre da Arena, Rodrigues e Cid, famosos toureiros espanhóis, Mineirinho, que praticava salto em vara por cima dos touros, Parafuso, o acrobata fenômeno e Lúcia, a loura toureira, única mulher que enfrentava os chifrudos à unha. A arena de touradas ficava em um circo instalado na rua Jacques Félix. Na festa de Tremembé também haviam touradas. Não se sabe ao certo quando elas começaram, mas as touradas desapareceram de Taubaté no início do século 20.

Histórias que a História Conta

Rubens Feijão, o “Príncipe de Ébano”

Rubens Jesus ou Rubens Feijão, foi o taubateanos que começou a ficar conhecido no Brasil, quando jogou no Santos Futebol Clube integrando o time que conquistou o Campeonato Paulista de 1978. O primeiro título do alvi-negro praiano após a era Pelé.A importante conquista apresentaria ao futebol brasileiro a primeira geração dos meninos da Vila. Rubens Feijão até estampou um cromo de álbum de figurinha dedicado ao Campeonato Paulista que era distribuído por uma marca de chiclete. No Brasil, Rubens Feijão defendeu também o Guarani, Ceará e a Ferroviária de Araraquara. No Bangu, Rubens Feijão ficou conhecido como o “Príncipe do Ébano” e quase mais por muito pouco, não virou busto na porta do clube, tamanho era o carinho que o dono da equipe tinha com ele. Na Europa, Rubens Feijão jogou 10 anos no Boa Vista em Portugal. E parou em 1994 atuando na 2ª Divisão do futebol Alemão. Atualmente, o taubateano Rubens Feijão mora na Alemanha, tem duas filhas e é dono de restaurante.

Conselhos da Vovó

  É extremamente perigoso ir dormir sem passar pelas obrigações que nossa condição de mulher nos impõe. Por mais cansadas que estejamos, não devemos decuidar nem um só dia da limpeza da pele, a aplicação de um tonico ou adstringente, escovadelas no cabelo e indispensavel uso da escova de dentes. _____ Trecho retirado do jornal […]

Histórias que a História Conta Memória

Casa na cidade

Na Taubaté do passado todo fazendeiro rico tinha também uma casa na cidade para passar as festas. E não era uma casinha qualquer não. Tinha sala de visita, de jantar, cozinha e o número de quartos dependia do tamanho da família. As numerosas tinham até sete quartos na residência. O quintal também era grande e tinha entre outras coisas, uma cocheira para alimentar os animais que carregavam os alimentos da fazenda à cidade.

As melhores roupas das mulheres, os casacos de veludos e saltos altos ficavam trancados em armários na residência da cidade. E a cada visita, mais roupas eram compradas. Os sapateiros mais espertinhos nem esperavam as donzelas nas lojas, tratavam logo de levar os calçados diretamente na casa das clientes. Os barbeiros também já ficavam preparados, esperando as crianças que invariavelmente necessitavam de um novo corte de cabelo.

As visitas à cidade sempre aconteciam em festas como a Semana Senta, Carnaval e nas formaturas dos Colégios Bom Conselho e Diocesano.

Colunistas Outras Raiz Taubateana

O Vale que vale

Por fatores geográficos, culturais e econômicos, o Vale do Paraíba ao longo da história sempre foi decisivo na definição dos rumos da nação. Excetuando-se algumas poucas crises geradas pelo fim de alguns ciclos que trouxeram riquezas e que com o tempo se esvaíram, as coisas sempre estiveram avançando positivamente pro nosso lado. Um notória noção […]

Histórias que a História Conta Memória

O tempo do Luto

O pessoal mais antigo sabe disso, quando morria uma pessoa na roça todos os parentes tinham que por luto. O tempo de luto dependia de quem tivesse morrido. Pai ou mãe, o luto era de um ano. Irmão, seis meses. De amiga, 15 dias e de marido a vida toda. Como o custo de uma roupa preta era bem alto, nas fazendas tinham sempre as tintureiras grátis. Mulheres de família mais ricas, que ajudavam as pessoas mais pobres. Sempre que morria alguém de família mais humilde, essas tintureiras já sabiam que ia chegar a marca da tinta Guarani e a trouxa de roupas. E o tingimento das roupas não era algo fácil.Tinha que ficar o tempo todo na beira do fogão de lenha, mexendo à panela para não manchar as roupas. Quando o tingimento estava pronto era hora de enxaguar todas as roupas até sair água limpa. Depois colocar para secar e passar à ferro. Esse era um trabalho que consumia o dia inteiro e que era feito gratuitamente aos mais pobres.

Notícias Reportagens/Textos TV Almanaque Urupês

Secretário de Cultura de São Paulo visita Museus de Taubaté

O secretário de Cultura de São Paulo, Marcelo Mattos Araujo, visitou no dia 21 de abril 4 museus da cidade. Durante o tour foi questionado sobre a verba para reforma do Museu Monteiro Lobato e sobre a nova sede do Museu de História Natural. Aproveitando a visita foi firmada parceria entre o Museu de Imigração […]

Colunistas Mo(vi)mentos

O Galinho do Céu (e algumas perguntas)

No último dia 17, divulgamos aqui no Almanaque Urupês uma notícia preocupante: um dos patrimônios culturais de Taubaté pode ser descaracterizado em definitivo. Trata-se do pavão feito na Rua Imaculada e na Casa do Figureiro, símbolo do folclore paulista. A história das figureiras e figureiros de Taubaté já foi muito discutida. Muita gente já estudou […]

Histórias que a História Conta Memória

Tiro de Guerra 445

Em 1917 foi fundado em Taubaté, o Tiro de Guerra 445. Era um órgão do exército brasileiro que tinha finalidade de fornecer instrução militar e estudos para jovens com 18 anos com o apoio do governo municipal. Naquela época ocorria a 1ª Guerra Mundial e havia possibilidade de que o Brasil entrasse no conflito. A iniciativa de criar um tiro de Guerra na cidade, partiu da Associação Comercial de Taubaté com o apoio da prefeitura. Lá dentro, os jovens praticavam tiro ao alvo, tinham aula sobre a história do exército e praticavam esportes como corrida, musculação e até futebol. Quando o Brasil declarou guerra à Alemanha em 1918, o presidente do tiro de Guerra de Taubaté telegrafou ao presidente da República colocando os mais de 400 atirados à disposição das autoridades. Aparentemente, o pessoal estava entusiasmado para ser enviado ao campo de batalha. Pois, a reposta do presidente mandando que guardassem instruções em Taubaté mesmo, esfriou o animo. O tiro de Guerra 445 funcionou por alguns anos em Taubaté e deixou muitas histórias para ser contada.

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