Motetos de Taubaté

As touradas em Taubaté

Taubaté, capital da província

18 de março de…

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Histórias que a História Conta Memória

Casa na cidade

Na Taubaté do passado todo fazendeiro rico tinha também uma casa na cidade para passar as festas. E não era uma casinha qualquer não. Tinha sala de visita, de jantar, cozinha e o número de quartos dependia do tamanho da família. As numerosas tinham até sete quartos na residência. O quintal também era grande e tinha entre outras coisas, uma cocheira para alimentar os animais que carregavam os alimentos da fazenda à cidade.

As melhores roupas das mulheres, os casacos de veludos e saltos altos ficavam trancados em armários na residência da cidade. E a cada visita, mais roupas eram compradas. Os sapateiros mais espertinhos nem esperavam as donzelas nas lojas, tratavam logo de levar os calçados diretamente na casa das clientes. Os barbeiros também já ficavam preparados, esperando as crianças que invariavelmente necessitavam de um novo corte de cabelo.

As visitas à cidade sempre aconteciam em festas como a Semana Senta, Carnaval e nas formaturas dos Colégios Bom Conselho e Diocesano.

Colunistas Outras Raiz Taubateana

O Vale que vale

Por fatores geográficos, culturais e econômicos, o Vale do Paraíba ao longo da história sempre foi decisivo na definição dos rumos da nação. Excetuando-se algumas poucas crises geradas pelo fim de alguns ciclos que trouxeram riquezas e que com o tempo se esvaíram, as coisas sempre estiveram avançando positivamente pro nosso lado. Um notória noção […]

Histórias que a História Conta Memória

O tempo do Luto

O pessoal mais antigo sabe disso, quando morria uma pessoa na roça todos os parentes tinham que por luto. O tempo de luto dependia de quem tivesse morrido. Pai ou mãe, o luto era de um ano. Irmão, seis meses. De amiga, 15 dias e de marido a vida toda. Como o custo de uma roupa preta era bem alto, nas fazendas tinham sempre as tintureiras grátis. Mulheres de família mais ricas, que ajudavam as pessoas mais pobres. Sempre que morria alguém de família mais humilde, essas tintureiras já sabiam que ia chegar a marca da tinta Guarani e a trouxa de roupas. E o tingimento das roupas não era algo fácil.Tinha que ficar o tempo todo na beira do fogão de lenha, mexendo à panela para não manchar as roupas. Quando o tingimento estava pronto era hora de enxaguar todas as roupas até sair água limpa. Depois colocar para secar e passar à ferro. Esse era um trabalho que consumia o dia inteiro e que era feito gratuitamente aos mais pobres.

Notícias Reportagens/Textos TV Almanaque Urupês

Secretário de Cultura de São Paulo visita Museus de Taubaté

O secretário de Cultura de São Paulo, Marcelo Mattos Araujo, visitou no dia 21 de abril 4 museus da cidade. Durante o tour foi questionado sobre a verba para reforma do Museu Monteiro Lobato e sobre a nova sede do Museu de História Natural. Aproveitando a visita foi firmada parceria entre o Museu de Imigração […]

Colunistas Mo(vi)mentos

O Galinho do Céu (e algumas perguntas)

No último dia 17, divulgamos aqui no Almanaque Urupês uma notícia preocupante: um dos patrimônios culturais de Taubaté pode ser descaracterizado em definitivo. Trata-se do pavão feito na Rua Imaculada e na Casa do Figureiro, símbolo do folclore paulista. A história das figureiras e figureiros de Taubaté já foi muito discutida. Muita gente já estudou […]

Histórias que a História Conta Memória

Tiro de Guerra 445

Em 1917 foi fundado em Taubaté, o Tiro de Guerra 445. Era um órgão do exército brasileiro que tinha finalidade de fornecer instrução militar e estudos para jovens com 18 anos com o apoio do governo municipal. Naquela época ocorria a 1ª Guerra Mundial e havia possibilidade de que o Brasil entrasse no conflito. A iniciativa de criar um tiro de Guerra na cidade, partiu da Associação Comercial de Taubaté com o apoio da prefeitura. Lá dentro, os jovens praticavam tiro ao alvo, tinham aula sobre a história do exército e praticavam esportes como corrida, musculação e até futebol. Quando o Brasil declarou guerra à Alemanha em 1918, o presidente do tiro de Guerra de Taubaté telegrafou ao presidente da República colocando os mais de 400 atirados à disposição das autoridades. Aparentemente, o pessoal estava entusiasmado para ser enviado ao campo de batalha. Pois, a reposta do presidente mandando que guardassem instruções em Taubaté mesmo, esfriou o animo. O tiro de Guerra 445 funcionou por alguns anos em Taubaté e deixou muitas histórias para ser contada.

Notícias Reportagens/Textos TV Almanaque Urupês

Projeto de Restauração da Igreja do Rosário é apresentada à empresários de Taubaté

A Fundação Dom Couto apresentou, no dia 21 de maio, à empresários da cidade, o projeto de captação de recursos para restauração da Igreja do Rosário. O projeto da Igreja, aprovado na lei 12.268 do PROAC, visa incentivar o investimento do ICMS de empresas na restauração do prédio histórico. Estimado em 499 mil reais, o […]

Colunistas Outras Raiz Taubateana

A revolução dos resignados

Houve um tempo anterior aos anos 1960 em que ao homem só restava resignar-se. Tudo na humanidade, até então, foi forjado nas limitações mecânicas impostas por profundas dificuldades relacionadas ao fato de faltarem muitas coisas ainda para serem inventadas ou aperfeiçoadas. A partir do momento em que descobrimos o caminho dos ares, é chegada a […]

Histórias que a História Conta

A chapinha

A mania feminina de alisar os cabelos é bem antiga. Na época de Cleópatra,por exemplo, o cabelo liso era obtido com uma mistura nada cheirosa de banha de porco, óleo de peixe e sebo. No século 18, a fórmula mágica para ter o cabelo liso era misturar na água, éter e ácido sulfúrico. Já as […]

Colunistas Escarafunchando Arquivos

A primeira pesquisa historiador nenhum esquece!

No entanto, preferiu não discutir, compreendeu que devia ficar calado, estudar e praticar em todas as seções com mais afinco ainda.Neste momento, adota por lema três palavras que o acompanhariam por toda a vida: “Paciência, Prudência e Perseverança” (MARTINS, 2009, p. 25). Ao ler a obra da jornalista Cláudia Martins sobre o industrial Félix Guisard, […]

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