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Breve História da Cultura em Taubaté

As primeiras manifestações culturais da cidade surgiram com o catolicismo. E foram recriadas com o café, que trouxe a imprensa, o imigrante e o trem. O saber que até então, era de propriedade particular, virou política pública com a Criação do Museu Histórico de Taubaté. A denominação cultura só chegou um pouco mais tarde na […]

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Blockbuster das antigas

Aproveitando a chegada do Festival Varilux de Cinema Francês em Taubaté, vamos lembrar de um filme francês que marcou época na cidade. Sucesso na Taubaté da década de 1910, L’insaisissable Pickpocket (1908), da produtora Pathè, é um incrível curta-metragem em que Picket pockt (como ficou conhecido entre os taubateanos), um bandido indescritível, não para de […]

Artigos Crônicas

REVIVENDO OS PRIMEIROS DIAS DO FUTEBOL EM TAUBATÉ

Escrevemos em nosso último comentário à propósito da criação ou instalação do futebol em Taubaté, aludindo a um boletim  ou folheto distribuído em1904 apopulação taubateana, explicando o que era o futebol e como o citado esporte devia ser compreendido e apreciado pelo povo. Continuando… “Nas cabeceiras do campo haverá dois portões “goals” – e toda […]

Artigos Colunas Colunistas Manauté Outras

PAULO HONÓRIO OU QUEM CONTA UM CONTO…

Paulo Honório, fazendeiro de uma pequena cidade alagoana, decidiu traçar sua biografia. No início dividiu o trabalho com alguns amigos, cada qual ocupado com um aspecto: as citações latinas para o padre, a ortografia e sintaxe para outro cidadão, etc. Maior trabalho teria Lúcio Gomes de Azevedo Gondim, redator e diretor do jornaleco Cruzeiro. A […]

Colunistas

A LIBERDADE E A ORDEM

O Brasil ainda não superou o período chamado “pós abolição”. Oficialmente considerado como os anos entre 1889 e 1930, coincidindo com o que os historiadores chamam de República Velha, o pós-abolição esteve sempre associado à ideia de uma sociedade regida por um governo oligárquico, no qual os interesses de um pequeno grupo superam os da […]

Artigos

Espaço: a fronteira final

[ATENÇÃO: Spoiller à frente] Estamos próximos de contemplar o encontro de grandes heróis da cultura pop com um dos vilões mais icônicos desse mundo: Kirk e Spock enfrentarão toda a ira de Khan [fim do spoiller]. Jornada nas Estrelas é um daqueles símbolos maiores de uma cultura e terá um novo filme lançado na próxima […]

Histórias que a História Conta

Gastão Câmara Leal

Gastão AldanoVaz Lobo da Câmara Leal, esse é o nome do primeiro prefeito de Taubaté. Ele nasceu no Rio de Janeiro em 1869. A mãe dele era dama de serviços da Imperatriz do Brasil. D. Pedro II e a imperatriz eram também padrinhos do casamento dela. E a filha de D. Pedro, a princesa Isabel […]

Histórias que a História Conta

Os Trapistas de Tremembé

Em 1904, fugindo das perseguições da República Francesa, monges da Ordem Trapista, adquiriram em Tremembé a antiga fazenda de café “das Palmeiras”, abandonada desde 1888. Com um projeto audacioso e em um curto período, os monges e seus colonos reconstruíram a fazenda e passaram a utilizar técnicas europeias para cultivar o solo, criar gado, melhorar sementes, represaram o rio para irrigar terras e gerar energia elétrica. Silenciosamente, construíram uma harmonia entre o homem e a natureza.

Os caboclos de Tremembé também passaram por um processo de desenvolvimento humano.Os monges construíram escolas, conscientizaram a população sobre o saneamento básico. De indolentes e preguiçosos passaram a ser vistos, pela elite local, como uma potencial força de trabalho.

Graças ao trabalho e estímulo que os trapistas deram à cultura do arroz em grande escala, toda planície, bordejando as duas margens do Paraíba, desde Jacareí até Guaratinguetá, passou a ser trabalhada e cultivada segundo os processos dos padres.

Após um trabalho que revolucionou a região, os últimos monges trapistas deixaram Tremembé em 1931.

Histórias que a História Conta Memória

Viagem de trem

Por volta de 1916, a viagem mais segura entre São Paulo e o Rio era de trem, por isso, em Taubaté, havia um costume maroto: homenagear o taubateano que visitasse pela primeira vez uma das capitais.
Logo que um cidadão embarcava no trem a notícia corria de boca em boca, saía até no jornal. Malandramente um grupo de jovens organizava uma homenagem à vítima. Na data de retorno do viajante, quando o trem parava em Taubaté, começava um festival de rojões, gente aplaudindo e banda de música tocando. Quando o sujeito desembarcava era cercado por todos, elevado sem entender nada em cortejo pela rua das Palmeiras. A caminhada era terminada em um bar. Estando ali depois de ouvir vários discursos em sua homenagem só restava ao felizardo pagar bebida para todo mundo. Teve gente que não gostou da pegadinha. E aí a coisa acabava mal.

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