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Notícias Reportagens/Textos TV Almanaque Urupês

Projeto de Restauração da Igreja do Rosário é apresentada à empresários de Taubaté

A Fundação Dom Couto apresentou, no dia 21 de maio, à empresários da cidade, o projeto de captação de recursos para restauração da Igreja do Rosário. O projeto da Igreja, aprovado na lei 12.268 do PROAC, visa incentivar o investimento do ICMS de empresas na restauração do prédio histórico. Estimado em 499 mil reais, o […]

Colunistas Outras Raiz Taubateana

A revolução dos resignados

Houve um tempo anterior aos anos 1960 em que ao homem só restava resignar-se. Tudo na humanidade, até então, foi forjado nas limitações mecânicas impostas por profundas dificuldades relacionadas ao fato de faltarem muitas coisas ainda para serem inventadas ou aperfeiçoadas. A partir do momento em que descobrimos o caminho dos ares, é chegada a […]

Histórias que a História Conta

A chapinha

A mania feminina de alisar os cabelos é bem antiga. Na época de Cleópatra,por exemplo, o cabelo liso era obtido com uma mistura nada cheirosa de banha de porco, óleo de peixe e sebo. No século 18, a fórmula mágica para ter o cabelo liso era misturar na água, éter e ácido sulfúrico. Já as […]

Colunistas Escarafunchando Arquivos

A primeira pesquisa historiador nenhum esquece!

No entanto, preferiu não discutir, compreendeu que devia ficar calado, estudar e praticar em todas as seções com mais afinco ainda.Neste momento, adota por lema três palavras que o acompanhariam por toda a vida: “Paciência, Prudência e Perseverança” (MARTINS, 2009, p. 25). Ao ler a obra da jornalista Cláudia Martins sobre o industrial Félix Guisard, […]

Histórias que a História Conta

Corridas de Cavalos

No início do século 20, bem na Rua da Consolação, a hoje Avenida Marechal Deodoro, os taubateanos se deliciavam aos domingos assistindo á corridas de cavalo. As apostas eram feitas ali mesmo na rua, onde os donos dos cavalos mais famosos colocavam poncho no chão e iam recolhendo dinheiro. As provas aconteciam em linha reta na distância de uma ou duas quadras. Esse espaço não durou muito. E anos mais tarde, surgiu na estrada de Tremembé, o Jóquei Clube de Taubaté, construído pelo Dr. Cintra. O jóquei tinha arquibancada, guichês de apostas e cavalariças. Em 1917 surgiu o último hipódromo de Taubaté, próximo à futura Fitejuta. Tinha raias de 1200 metros, permitindo que 5 cavalos corressem em cada páreo. As corridas aconteciam aos sábados e domingos. E eram musicadas pela Banda dos Ursos. Uma das mais disputadas foi a de Marialva e Waterloo, sendo Waterloo vencedor e considerado o melhor cavalo que já correu em Taubaté. O problema maior do Jóquei Clube Taubaté eram as trapaças. A malandragem era tanta que afastou apostadores, falindo mais um empreendimento que poderia ter futuro na cidade.

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Símbolo de Taubaté ameaçado

  O tradicional pavão, símbolo do artesanato taubateano, vai perder o azul que o fez famoso internacionalmente. Nos próximos seis meses, poderão ser pintadas as últimas peças que seguem rigorosamente a palheta de cores adotada pela criadora da peça, a figureira Maria Cândida. Desde a criação, a peça era pintada com Pó Xadrez azul ultramar, que era misturado à cola ou goma-laca com um pouquinho de álcool. Em alguns casos, […]

Histórias que a História Conta Memória

Zé Pedro e o espírito da roça

Zé Pedro era neto de um antigo morador de Redenção da Serra. Certa vez resolveu abandonar a cidade e viver isolado em uma casinha à beira repressa. Zé Pedro decidiu que nunca mais voltaria à cidade. tomaria banho no rio, faria roupas com o algodão que plantaria, calçados com o couro de bois, comeria frutas, teria hortas, criaria galinhas, porcos, vacas. Adoçaria com a garapa café, bolos e pamonhas. Extrairia tudo que precisasse só da natureza. De repente, ele ouviu uma voz vindo do espírito da roça ou talvez da sua própria consciência: “Você não vai conseguir. Você não vai conseguir. Quer viver aqui, porque tudo já está pronto. Alguém já derrubou as matas, fez casas, estradas, roça e repressa. Aqui tem fartura, mas não tem tudo o que você precisa. Tem uma coisa que não nasce, não tem raiz, não saí no leite da vaca nem por decreto de juiz”. Zé Pedro não se fez de rogado e quis saber afinal, o que é que ele não conseguiu na roça. e a voz respondeu: “Você precisa de sal. e ninguém é soberano se precisa de sal”.

Histórias que a História Conta Memória

A Igreja do Rosário

Entre os anos 1700 e 1705, a irmandade de Nossa Senhora dos Homens Pretos de Taubaté ergueu a sua primeira capela. Mais de 150 anos depois, em 1861, o templo estava prestes a ruir, por isso a irmandade começou a reconstruir-la na mesma localização. Como os recursos financeiros eram poucos, eles associaram-se a irmandade dos 20 Irmãos. Uma confraria firmada por membros importantes da sociedade e as obras continuaram. Em 1882 finalmente a igreja do rosário é concluída para tornar-se um dos cartões postais de Taubaté. 131 anos depois, ela está ameaçada. O tempo e a falta de manutenção comprometeram as estruturas do Rosário. É nessas horas que devemos lembrar que a Igreja Católica, está presente na história valeparaibana desde o início da povoação de Taubaté. É fato a influencia do catolicismo na formação cultural, artística, social e administrativa do Brasil e de Taubaté. Portanto, restaurar e preservar a Igreja do Rosário não é tarefa apenas para membros de uma religião. É sim, obrigação de toda uma sociedade que pretende avançar em civilização, sofisticação e respeito próprio. Salvar o Rosário é respeitar Taubaté.

Notícias TV Almanaque Urupês

Seis cidades do Vale do Paraíba receberão Circuito SESC de Artes

As cidades de Lorena, Cruzeiro, Guaratinguetá, São Luiz, Pindamonhangaba e Tremembé irão sediar em junho o Circuito SESC de Artes. O projeto,que levará aos municípios atrações de música, dança, teatro, circo e cinema, acontecerá aos finais de semanas em espaços públicos.   [box style=’note’] Para ver a programação completa para as cidades basta acessar o […]

Histórias que a História Conta

O Velódromo Taubateense

Em 1904 foi fundado o Velódromo Taubateano. Uma espécie de arena poliesportiva dispondo de uma pista própria para competições ciclísticas e um campo de futebol. Também utilizado para corrida de touros, luta romana, esgrima e outras modalidades esportivas. O esporte coletivo que fazia sucesso à época era o ciclismo. Em São Paulo, as corridas de bicicleta atraiam muita gente e como Taubaté não gostava de perder pontos para ninguém, resolveu ter seu próprio velódromo. As bicicletas eram importadas da Europa e muitos caras. Era costume pessoas da mais alta classe social comparecerem aos treinos para aprenderem à andar de bicicleta e a participar das competições. O ciclismo fez sucesso, originando as primeiras bicicletarias da cidade. Emílio Facomandi, Dante e Danzolino Paolichi, Sérgio Areão, emílio e Ermínio de Biazzi são alguns pioneiros das duas rodas em Taubaté. Também foi no Velódromo que começou a ser praticado o esporte que viraria mania nos anos seguintes, o futebol.

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