Taubaté, capital da província
Quando Taubaté quase virou a capital de uma província que quase existiu.
Quando Taubaté quase virou a capital de uma província que quase existiu.
1900 O Sr. Félix Guisard é eleito presidente da mesa administrativa da Associação Comercial de Taubaté que inaugura solenemente seu retrato na sala de sessões com participação da banda “João do Carmo”. (Jornal de Taubaté).
1895 Nos bondes puxados a burro da empresa de carris urbanos de Taubaté, sob a gerência do Sr. Augusto Kreye, transitam excepcionalmente 1.226 passageiros. (O Popular).
1915 Instala-se em Taubaté o seu 3.º Grupo Escolar que posteriormente viria a chamar-se “Dom Pereira de Barros” que já esteve à Rua Emílio Winther. (O Norte).
1888 O delegado de polícia de Taubaté, no intuito de reprimir a ociosidade, obriga os libertos que por aqui vagam a comparecerem à sua presença e tomar ocupação. Hoje foram empregadas cerca de 40 mulheres. Algumas detidas já eram cozinheiras e os seus patrões ficaram sem almoço e janta, pelo que reclamaram. (O Liberal Taubateense).
Conheça Raphael Falco: o “captain” do futebol de Taubaté que pintou Tiradentes ante o Carrasco, a imagem que você talvez já tenha carregado no bolso e que aparece com frequência no noticiário nacional.
Uma trajetória que une esporte, arte e a história da nossa cidade.
1949 Às 19 h. parte da Praça do Convento cortejo popular trazendo a imagem de Cristo Crucificado até a Praça Dom Epaminondas, onde se realiza concentração de protesto contra a prisão do Cardeal Mindszenty, arcebispo de Zagreb, na Hungria.
1877 Funda-se, em Taubaté, por D. José Pereira da Silva Barros, o Colégio Nossa Senhora do Bom Conselho, nos moldes do de Itu. (O Norte de 10 de março de 1918).
1912 Inaugura-se solenemente, no Largo do Rosário a placa da nova denominação: “Praça Barão do Rio Branco” entre outras homenagens que se prestam. (A Federação).
1905 O Dr. Ernesto Paixão, médico residente em Petrópolis, inicia sua colaboração no Jornal de Taubaté com um artigo que intitula “Impressões” e em que aborda o fato dos enterros de crianças em Taubaté serem feitos com acompanhamento de alegres acordes na banda de música e foguetório, o que ele estranhou mas compreendia. O caixão é transportado sem tampa, descoberto. (Pseudônimo: Flávio Marciano).